quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Tony Blair defende a guerra e acusa Gordon Brown em autobiografia

foto : Euronews

O antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair lançou esta quarta-feira a sua autobiografia "A Journey". Reafirma o seu apoio a guerra e acusa Gordon Brown de ter levado os trabalhistas a derrota.

Com a retirada das tropas norte-americanas do Iraque e o fim anunciado do conflito para final de 2011 começam já a aparecer os primeiro a tentar justificar a guerra. O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair é um desses. Na sua autobiografia apresentada ontem em Londres Blair voltou a dizer que a invasão do Iraque foi a melhor opção na altura.

Tony Blair defende que em Março de 2003 (altura da ocupação do Iraque) não se podia esperar para ver o que ai acontecer e que derrubar o regime de Saddam Hussein tornou-se a melhor alternativa. A guerra no Iraque, assim como a do Afeganistão, é vista por muitos britânicos como um desastre no Governo de Blair, que o acusam de ter arrastado o Reino-Unido para um conflito que fez milhares de vítimas entre as tropas britânicas.

Não esconde ainda a sua profunda decepção com a governação de Gordon Brown, seu sucessor no partido trabalhista em 2007. Tony Blair diz que Brown foi o responsável pela queda de popularidade dos trabalhistas o que levou a vitória de David Cameron (Partido Conservador) nas últimas eleições.

Apesar disso, faz muitos elogios ao trabalho de Gordon Brown, enquanto este era ministro das finanças, mas reconhece que lhe faltava um pouco de inteligência emocional para lidar com alguns assuntos do Governo o que terá levado Blair a beber em excesso devido ao stress causado por Brown.

Fonte :

euronews
wikipedia
Labour Part
The Office of Tony Blair

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Europa dos 27 ainda sem rumo para reduzir défice


O crescimento económico na Europa tende a ser menor do que o resto do mundo devido à necessidade de reduzir défices orçamentais e pagar as dívidas dos Estados. São algumas das conclusões da agência de ratings Moody's. De acordo com as previsões da agência divulgadas nessa segunda-feira dia 23, os países europeus estão a caminho de novas derrapagens orçamentais. A Alemanha dá o melhor exemplo e a Irlanda (quem diria !!!) é hoje a maior dor de cabeça. As previsões do défice para Portugal são de 7,5 % para este ano (contra os 7,3 % do Governo) e de 6,8 % para 2011 (contra 4,6 % previstos pelo Governo) . Alguém aqui anda muito optimista !!!!


Fonte : Marketwatch


Moody's

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Queda na bolsa de Lisboa aumenta ainda mais a desconfiança dos investidores

Imprensa internacional de olho nos problemas com a economia português

Alguns dos muitos jornais que falam um pouco sobre o aumento do défice em Portugal e a difícil tarefa que o país tem pela frente até 2013. A missão 'quase impossível' e reduzi-lo para valores abaixo dos 3% . Actualmente esse favor é de 8,3%.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

IMF Survey: IMF Revises Up Global Forecast to Near 4% for 2010

IMF Survey: IMF Revises Up Global Forecast to Near 4% for 2010

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Jô Soares apresenta peça de teatro em Lisboa

Jô Soares e o presidente executivo da TAP (Transportes Aéreos Portugueses) Fernando Pinto na antestreia da peça no teatro Vilaret, em Lisboa


O humorista e apresentador brasileiro vai estar, este mês, em Lisboa com o espectáculo "Remix em Pessoa", no qual declama poemas do poeta português, Fernando Pessoa. O monólogo estará em cena de 29 de Janeiro a 07 de Fevereiro no Teatro Villaret, em Lisboa.




Fernando Pessoa, autoria; Billy Forghieri, música; Jô Soares, interpretação.
29, 30 Jan, 3 a 5 Fev: 21h30, 31 Jan, 7 Fev: 17h, 6 Fev: 18h30, 21h30

domingo, 29 de novembro de 2009

Cerimónia inaugural 19ª Cimeira Ibero-Americana marcada pela ausência de 8 chefes de Estado

A cerimónia de inauguração da 19ª Cimeira Ibero-Americana ficou marcada pela ausência de 8 chefes de Estados. Entre os mais polémicos estão Hugo Chavez e Evo Morales. Lula também não esteve no primeiro dia do encontro.

O encontro com o tema 'Inovação e Conhecimento' começou com um atraso de mais de uma hora. O primeiro a discursar foi o primeiro-ministro José Sócrates que disse que o 'conhecimento e a inovação são ferramentas essenciais' para todos os países participantes.

Sócrates apelou ainda a um maior 'mecanismos de regulação financeira à escala mundial' e salientou a importância de um acordo na Cimeira de Copenhaga em 7 de Dezembro.

O secretário-geral Ibero-americano Enrique Iglesias também falou aos participantes sobre a crise e as oportunidades que essa pode representar para os países da América Latina. Enrique Iglesias disse que os países devem aproveitar para lançar as sua economias num mundo cada vez mais globalizado. Disse ainda que estes países não são culpados por essa crise mas não podem ficar indiferentes a ela porque fazem parte da solução da mesma.

O secretário das Nações Unidas Ban Ki-Moon enviou uma mensagem a todos os presentes que foi lida pelo Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados António Guterres. O presidente de El Salvador Maurício Funes também discursou durante a cerimónia.

O Presidente da república de Portugal, Cavaco Silva, encerrou os discursos inaugurais da cimeira. O presidente português lembrou as afinidades histórico-culturais dos países participantes. A cerimónia encerrou com a actuação da fadista Marisa e com uma queima de fogos.

O encontro ficou marcado pela ausência de 8 chefes de Estado. Os Governantes da Venezuela, Honduras, Bolívia, Nicarágua, Paraguai e Guatemala foram os principais ausentes do encontro. O presidente Lula não participou da cerimónia de abertura da Cimeira por que não chegou a tempo. O presidente brasileiro chegou em Lisboa num voo já perto das 10 horas da noite (hora de Lisboa).

A Cimeira vai até terça-feira nas zona do Estoril. A tenda que foi montada em frente a Torre de Belém, onde aconteceu a abertura da Cimeira, será usada na cerimónia da terça-feira que assinala a entrada em vigor do Tratado de Lisboa.



quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Europa : Corrupção aumenta em países europeus








A maioria dos países europeus está mais corrupta. As conclusões são de um relatório da Transparency International (TI) que apontam para um aumento da corrupção entre os 27 Estados-membro. Portugal caiu 3 posições e está na 35º posição.

A corrupção aumentou entre os 27 países que compõem a União Europeia em 2009. Apenas cinco (Dinamarca, Holanda, Estónia, França e Roménia) revelaram valores iguais aos de 2008. O relatório da TI mostra também que sete países (Noruega, Irlanda, Alemanha, Lituânia, Polónia, Chipre e Bulgária) reduziram os níveis de corrupção e subiram algumas posições.

O relatório mediu os níveis de corrupção em 180 países, numa escala de 0 (altamente corrupto) a 10 (altamente limpo). A maior parte dos países da União Europeia desceu posições na lista. No total foram quinze os países que desceram posição no ranking da TI.

Portugal desceu três posições (32ª em 2008 e 35ª em 2009). O país tem tido nos últimos anos muitos processos mediáticos (Operação Furação / Caso Freeport e outros) e agora se vê em crise com mais um caso que envolve várias empresas do Estado (Operação Face Oculta).

O Brasil registou uma subida de cinco posições (80ª em 2008 e 75ª este ano). A Nova Zelândia ocupa o topo da lista como o país mais imune a corrupção entre os 180 países analisados. Em ultimo lugar, como o mais corrupto, está a Somália ao lado de nações como o Afeganistão e o Sudão.